Recomendo

 

Eleições são eventos que mobilizam milhões de pessoas e costumam monopolizar a atenção da opinião pública, mas o funcionamento das campanhas políticas continua sendo um mistério para a maioria da população. Daí a importância de "Emoções Ocultas e Estratégias Eleitorais", que traz a assinatura de um dos maiores especialistas brasileiros no tema e analisa que elementos e circunstâncias influenciam as corridas eleitorais.

 

Antonio Lavareda, que já participou de 76 campanhas, sendo três presidenciais, trata dos aspectos mais relevantes delas, como a formulação das pesquisas, a importância das alianças políticas e o marketing, que recebe atenção especial. Ele usa como referência campanhas vitoriosas recentes, como a do atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, as de Lula, em 2002 e 2006, e Fernando Henrique Cardoso, em 1994 e 1998.

 

Um capítulo trata especificamente daqueles que costumam ser as principais "armas" dos candidatos, os comerciais de TV. Além de examinar campanhas passadas, Lavareda mostra como o estudo do cérebro humano deu origem ao chamado "neuromarketing" e está mudando a dinâmica das eleições.

 

O livro vai interessar quem habita o universo da política, mas também quem vota. "Acredito que, quanto mais informados sobre o processo, melhor os eleitores poderão, na eleição, avaliar os próprios sentimentos em relação ao que vêem, ouvem e lêem, fazendo assim melhores escolhas", escreve Lavareda.

Justiça de Florânia diz que péssimo serviço da Tim apenas causou “mero aborrecimento” aos usuários da operadora

 

No município de Florânia, o sinal da operadora Tim melhorou nas últimas semanas e a população local finalmente consegue completar e receber normalmente chamadas da telefonia celular.

 

Até o ano passado, a cidade seridoense não contava com o serviço. Ao ser anunciada a chegada da operadora Tim, os floranienses comemoraram a realização de um sonho. Parte da população correu às lojas e adquiriu aparelhos e planos da operadora, apostando nas facilidades de comunicação que um celular proporciona.

 

Contudo, fazer ou receber uma ligação de celular em Florânia passou a ser um tormento. Em vários dias o sinal sumia por completo e, noutros, era praticamente impossível se comunicar com alguém usando a operadora.

 

Revoltados, dezenas de floranienses entraram com ações indenizatórias contra a Tim, em face dos danos morais e materiais que muitos enfrentaram nos meses de péssimos serviços oferecidos pela operadora.

 

Surpreendentemente, a juíza daquela comarca, Giselle Draegger, indeferiu o pedido dos consumidores queixosos e disse que tudo o que eles passaram até ali “tratava-se de mero aborrecimento”.

 

A magistrada reconheceu que era pública e notória a má prestação do serviço de telefone celular no município, que os consumidores sequer conseguiam completar uma ligação e, se conseguiam, não havia como manter uma conversa tranqüila, devido a “cortes” e “quedas” durante as chamadas. Por fim, disse que a conduta da operadora é sim um ato ilícito.

 

Entretanto, entendeu a juíza que todos esses problemas não geraram danos morais, julgou.

 

O artigo 6º, inciso IV, do Código de Defesa do Consumidor, diz que é dever garantir a proteção deste contra a propaganda enganosa e abusiva. Quando a operadora anuncia que mantém sobre uma localidade cobertura por sinal de telefonia celular, comprometendo-se a oferecer o serviço, acabam os consumidores acreditando que poderão usufruir dos serviços normalmente.

 

Para tanto, acabam adquirindo aparelhos e linhas de telefone, mas, no caso de Florânia, não conseguiram se comunicar sem perturbações. Ou seja, a prestadora do serviço não estava cumprindo com a obrigação contratual anunciada.

 

Já pelo artigo 14, do CDC, a TIM deve ser responsabilizada e reparar os danos causados aos consumidores por defeitos ocasionados pela má prestação do serviço. Ora, o defeito existe e foi reconhecido pela juíza, então por qual motivo não houve indenização?

 

O pobre trabalhador que acreditou na operadora e adquiriu a duras penas o aparelho e a linha de telefone, tenta inserir-se na vida moderna, usufruir o direito constitucional da comunicação, viu todo seu trabalho ser em vão, as suas expectativas frustradas e, no fim, nenhuma indenização lhe é reconhecida.

 

 

Os advogados dos consumidores já anunciaram que irão recorrer da decisão.

 
 

ACHADOS DA NET

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A propósito, escolhi os livros.

A bobagem do novo senador

 

Mal assumiu o mandato de senador, já que era suplente de Garibaldi Filho (PMDB), e Geraldo Faustino (PSDB) pretende criar um daqueles projetos de lei fadado ao fracasso e de conteúdo totalmente desapegado à realidade de um país de Constituição contrária a qualquer tipo de censura.

 

Pelo projeto de lei que pretende criar, proibirá a veiculação de pesquisas eleitorais encomendadas por partidos, candidatos, meios de comunicação ou qualquer outro interessado. A única instituição com poderes para tal seria a Justiça Eleitoral.

 

“Seria o primeiro passo para o financiamento público das campanhas”, disse o neo-senador a um blog da capital, como se a idéia de o Estado financiar as campanhas resolvesse a farra de dinheiro e conseguisse tornar igualitária a disputa entre candidatos ricos e pobres.

 

Por acaso o Estado também financiaria a compra de lideranças, eleitores e etc?

 

Mas sobre a proibição das pesquisas voltarei a falar do assunto depois. O tema é complexo e requer uma análise aprofundada e desapaixonada.

Pesquisas não servem às torcidas

 

O autor do artigo é o diretor do Datafolha. Em tempos de resultados diferentes nas pesquisas que estão sendo publicadas no Rio Grande do Norte, vale a pena ler este texto.

 

Por Mário Paulino:

 

AO MOSTRAR, em abril deste ano, que o tamanho da torcida do Corinthians estava, naquele momento, a apenas quatro pontos percentuais da do Flamengo, no limite do empate técnico, o Datafolha foi contestado por centenas de flamenguistas com argumentos frágeis e ameaças de todos os graus. Costumeiramente são esses, das torcidas, os números que geram mais polêmicas e reações genuinamente apaixonadas.

 

O empate técnico entre Serra e Dilma, apurado pelo instituto há duas semanas, elevou as reações políticas ao mesmo nível de agressividade dos argumentos típicos das arquibancadas. Neste caso, às ameaças e impropérios dos militantes, remunerados ou apaixonados, somam-se falácias técnicas elaboradas por pseudo-especialistas em pesquisa, que propagadas e repetidas à exaustão nos meios eletrônicos, são tomadas por muitos como verossímeis.

 

Esse processo de coerção não é novo para o Datafolha nem exclusividade dos consultores contratados pelo PT. Nos primeiros dez dias da disputa pelo segundo turno em 2006, enquanto o Datafolha mostrava sozinho que Geraldo Alckmin poderia ter menos votos do que havia obtido no primeiro, o PSDB levantou várias suspeitas embasadas em argumentos “técnicos” contra os métodos do Datafolha. Algumas foram repercutidas pelo próprio candidato do partido à Presidência em debate na TV.

 

Mais recentemente, na disputa pela Prefeitura do Rio em 2008, a ultrapassagem de Gabeira sobre Crivella, revelada pelo Datafolha antes mesmo das pesquisas internas dos partidos, também foi motivo de suspeitas infundadas sobre o instituto.

 

Não é, portanto, a primeira vez que o Datafolha destoa de seus concorrentes. Isto não quer dizer que esteja necessariamente certo ou errado em todos os resultados que divulga. É prudente, no entanto, que seus fundamentos metodológicos colocados à prova há 26 anos, sejam levados em conta.

 

Mas como o eleitor brasileiro deve ler resultados diferentes divulgados pelos institutos de pesquisa? Analisando os números sem viés partidário e informando-se sobre a atuação de cada instituto em eleições anteriores o que lhes confere reputação e credibilidade.

 

Por mais que alguns pesquisadores tentem fazer parecer o contrário, pesquisas não são preditivas, refletem resultados do momento em que são feitas, embutem erros determinados pelos limites estatísticos e seus resultados podem variar de acordo com os instrumentos utilizados nas entrevistas, como o questionário.

 

Muitas informações fundamentais para avaliar os números divulgados podem ser obtidas no site do TSE que disponibiliza os registros de cada pesquisa contendo informações específicas e instrumentos de coleta de cada instituto. O Datafolha posta em sua página na internet cruzamentos e bases estatísticas de todas as pesquisas que divulga e defende que essa prática seja obrigatória.

 

Como os resultados de pesquisas, amplamente divulgados, estão entre os principais fatores de captação de recursos para as campanhas, aposta-se na confusão e na distorção para amenizar ou potencializar possíveis prejuízos. Cabe aos analistas independentes a missão de reconhecer o viés partidário das afirmações propagadas.

Quem freqüenta estádios e quem produz pesquisas sabe que torcidas organizadas, por vezes, viram as costas para a partida e mergulham em seus próprios cânticos, perdendo a razão e o próprio jogo.

Pesquisa revela que 94% dos seridoenses estão satisfeitos em morar nas cidades da região

 

Pesquisa realizada pelo Instituto Agorasei, no mês de julho passado, mediu o grau de satisfação da população da região Seridó em relação aos municípios que residem. Segundo dados do trabalho, que foi coordenado por este escriba, impressiona o alto contentamento dos seridoenses com as cidades da região.

 

Segundo dados do trabalho, 94% dos entrevistados responderam que estão satisfeitos em morar nas cidades seridoenses. Apenas 5% se disseram insatisfeitos e 1% não soube responder.

 

Foram ouvidas 1.222 pessoas com idade igual ou superior a 16 anos nas zonas urbana e rural dos 24 municípios da região. A amostra foi dividida proporcionalmente de acordo com o tamanho da população de cada cidade.

 

Caicó, Currais Novos, Parelhas, Jucurutu, Lagoa Nova, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Acari, Cerro-corá, Florânia, Cruzeta, Serra Negra do Norte, Carnaúba dos Dantas, São João do Sabugi, São Vicente, Equador, Tenente Laurentino Cruz, Ouro Branco, São José do Seridó, São Fernando, Bodó, Timbaúba dos Batistas, Santana do Seridó e Ipueira foram os municípios pesquisados.

 

Como seridoense, já sabia do forte apego que temos pelas cidades da nossa região. Mas me surpreendi com o alto grau de satisfação da população, pois temos que considerar o lugar árido que vivemos, inapropriado à agricultura, com deficiências no ensino superior e com baixo desenvolvimento industrial.

 

O Instituto Agorasei também perguntou aos entrevistados se eles gostariam de morar em Natal ou outra cidade que não fosse da região Seridó. 65% das pessoas responderam que não, 34,5% disseram que gostariam sim, de mudar de cidade e apenas 0,5% não souberam responder.

 

Em princípio, parece contradição 94% dos entrevistados estarem satisfeitos em morar na região e uma boa parcela deste percentual declarar que gostaria de residir em outra cidade. Mas não vejo incompatibilidade da primeira com a segunda pergunta. O fato de alguém desejar tal mudança não significa necessariamente insatisfação com o lugar onde mora. A análise detalhada do trabalho mostra que são os jovens que desejam a mudança. Na faixa etária que compreende dos 16 aos 24 anos, um pouco mais da metade dos entrevistados afirmou que gostaria de mudar.

 

É natural o sentimento da busca pelo novo entre a juventude. Também não podemos ignorar a procura pelas oportunidades de trabalho e educação num centro urbano mais desenvolvido.

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 1 e 5 de julho passado e ouviu 1.222 pessoas. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos sobre os resultados totais da amostra. O cadastro eleitoral do Tribunal Eleitoral do RN e o Censo Demográfico e Contagem da População do IBGE serviram como fontes para a elaboração da amostra.

 
 

COMENTÁRIO DO LEITOR

Sugiro que o slogan da TIM seja mudado de “Viver sem fronteiras” para “Criando barreiras”, visto que é isso que o serviço prestado por esta operadora está fazendo.

 

Izabel Alvi

Natal – RN

Péssimo serviço da telefonia celular e o saudosismo jurássico de alguns

 

Outrora a operadora de telefonia com o melhor sinal e cobertura, atualmente a Tim se supera a cada dia na má prestação de serviço. Hoje (9), não consegui receber e/ou fazer ligações durante boa parte do dia.

 

A tara ideológica dos marxistas se agita nessas horas. A sanha estatizante desse povo provoca em alguns aquele saudosismo atrasado da era Telebrás.

 

A propósito, o mesmo acontece com problemas de quedas na energia distribuída pela Cosern.  

Vade retro!

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Volta das fotocharges

Devagar com o andor... hehehe. As fotocharges voltarão com o tempo e com este escriba tendo tempo. Algo muito complicado até outubro, ao fim da campanha eleitoral.

A reencarnação do coletor de impostos

 

E os preços cobrados na Ilha de Sant’ana, nos festejos da padroeira de Caicó? A carestia é um dos motivos que tem afastado o público, que vem caindo há algum tempo.

 

Decerto que o carnaval vem impondo uma concorrência desigual, haja vista que o público externo prefere este evento. Contudo, a exploração na Ilha tem sido uma propaganda extremamente negativa à Festa de Sant’Ana.

 

Sem querer livrar a cara dos pequenos vendedores da Ilha, lembro que a ganância deslavada começa pela Prefeitura de Caicó. Os valores cobrados pelo metro quadrado na Ilha e cedido aos comerciantes são um absurdo.

 

Automaticamente, a conta é repassada ao consumidor.

Assim sendo, parte da culpa deve ser debitada ao prefeito Bibi Costa, que em vida passada deve ter sido um feroz coletor de impostos a serviço de Roma.

Olha quem fala...

 

Em face às acusações de que a campanha da oposição não encampa aqui no Estado a candidatura de José Serra (PSDB), vale relembrar o comportamento idêntico de alguns aliados do presidente Lula nos tempos do estouro do famigerado “Mensalão”.

 

Decerto que não aconteceu em plena campanha eleitoral, mas quem tem boa memória se lembra das críticas que foram feitas ao Governo Federal às obras que não chegavam ao Rio Grande do Norte. Falava-se em aeroporto de São Gonçalo e refinaria de petróleo.

Críticas que, certamente, não seriam feitas hoje, ainda que o estado continuasse em pleno esquecimento. É que, naquela época, até impeachment do presidente foi posto à mesa. E poucos acreditavam que ele iria explodir em popularidade tempos depois.

É assim, cara-pálida

Assim é a política:

Digo o mesmo

Endosso o que escreveu Raildon Lucena, jornalista caicoense, em seu twitter: “Os blogs do RN estão chatos e monótonos. Só fotos e mais fotos de carreatas e políticos visitando as festas do interior. Falta conteúdo”.

O risco permanece

 

Já falei antes e volto a repetir: hoje, e disse HOJE, só haveria condições para um candidato a deputado estadual, do Seridó, se eleger apenas com os votos da região. Os demais têm que buscar eleitores em outras regiões do estado para chegar à Assembléia Legislativa.

 

E também reafirmo: hoje, e disse HOJE, Caicó continua correndo o risco de ficar sem um representante legitimamente caicoense no Legislativo estadual.

Para evitar tal desastre, apregôo: seridoense deve votar em seridoense!

12 minutos para percorrer pouco mais de 1 km

 

Na sexta-feira passada (6), por volta das 18h e 30min, cronometrei o tempo que percorri de carro no trecho da subida do viaduto do Quarto Centenário (estádio Machadão) até o semáforo das avenidas Prudente de Morais e Capitão Mor Gouveia.

 

Após longos 12 minutos, perdidos no trânsito pesado daquele trecho de pouco mais de 1 km, ultrapassei o referido semáforo.

 

O exemplo acima é para aqueles que acreditam na construção de um bonito estádio de futebol como garantia de Natal sediar a Copa de 2014.

 

Há muito por fazer na capital em termos de infraestrutura para receber o evento. Acabar ou amenizar o caos no trânsito, principalmente nos horários de pico, é algo que a Fifa já está exigindo.  

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